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O sacrifício de inocentes como solução social

mar 06 Artigos 0 Comment

O Dia Internacional da Mulher se aproxima e o discurso daqueles que querem legalizar o aborto afirmando que 500 mil mulheres por ano colocam sua vida em risco em clínicas clandestinas parece não silenciar.

Com essa afirmação, pode-se perguntar: como eles sabem o número de mulheres que fazem abortos clandestinos se eles não são registrados? Sendo uma estimativa, como eles chegaram a este número? Se usaram dados de outras, como estas organizações chegaram a estes números?

O segundo problema da afirmação é que ela já nega que, num aborto, o mínimo que irá acontecer é uma pessoa morrer, supondo que tudo ocorra da “melhor maneira possível para a mãe”. A cada dois abortos provocados, um provoca internação no hospital com complicações.

Um feto já é uma vida. Dado que nele já existem os 46 cromossomos que carregam toda a informação genética do ser humano e o motor do seu desenvolvimento é interno. Temos ali uma vida humana em sua primeira etapa de existência e que, se não for interrompida, irá se desenvolver como um ser humano.

Exatamente por ser um outro ser humano que não se trata de um direito da mulher, mas de uma vida nova que é sujeito de direitos. Mesmo na terrível condição de ter engravidado num estupro, matar o bebê é colocar a culpa do crime num inocente da mesma forma como aplicar a pena de morte num assassino é negar-lhe a sua condição humana de poder ser alguém melhor.

O aborto não é uma questão de saúde pública. Saúde pública é termos hospitais que melhor consigam atender nossas mulheres para que possam ter o bebê. Na pior das hipóteses, ajudá-la a levar um parto dentro da normalidade para depois entregar o bebê para a adoção ainda é mais saudável para a mãe do que o aborto.

No nosso país, é urgente que se crie uma cultura voltada para a vida humana. E não uma cultura voltada para a morte. O aborto nada mais é do que sacrifícios oferecidos a Molloc em novos templos e por novas pessoas. Sacrifícios que são oferecidos por pessoas que negam a Deus, mas acreditam que o assassinato de inocentes será a solução para os problemas da humanidade.

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